Passaram 52 anos desde o 25 de Abril de 1974. Meio século que, à distância, pode parecer suficiente para transformar a liberdade num hábito, quase numa evidência. Mas não é. Nunca foi. E talvez hoje, mais do que nunca, importe dizê-lo sem rodeios que a liberdade não é um dado adquirido, é uma construção permanente, exigente, e por vezes incómoda.
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