Lara Martinho congratulou Conselho das Comunidades Portuguesas pelo seu 40º aniversário

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Lara Martinho, deputada do Partido Socialista dos Açores à Assembleia da República, parabenizou o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) pelos seus 40 anos, bem como pelo trabalho desenvolvido “em prol das nossas comunidades”.

A vice-presidente da bancada do GPPS, que participava na audiência com o Conselho das Comunidades Portuguesas, sublinhou ser este um tema que muito tem sido trabalho e discutido nas reuniões da Comissão dos Negócios Estrangeiros, apelando ainda para que “nos continuem a enviar os contributos e reivindicações que nos tem feito chegar”.

“O tema das comunidades está sempre muito presente, e de forma muito permanente.  Temos a consciência de que a pandemia trouxe novos e reforçados desafios, junto também das nossas comunidades e dos serviços que nós prestamos às nossas comunidades, portanto esta é uma preocupação e temos trabalhado no sentido de poder ultrapassar estes desafios”, afirmou a parlamentar socialista.

No seguimento do aniversário do Conselho das Comunidades Portuguesas, Lara Martinho apresentou igualmente um voto de congratulação, saudando e prestando “homenagem a todos os antigos e atuais Conselheiros, bem como a todos os governantes que procuraram sempre a sua valorização e, dessa forma, também os cidadãos portugueses espalhados pelo mundo”.

“Este órgão consultivo e de diálogo, (inicialmente) com membros eleitos entre os representantes do movimento associativo, tinha como principal objetivo elaborar recomendações ao Governo em domínios relevantes para as comunidades, incluindo o retorno e inserção na sociedade portuguesa, dando particular ênfase à importância que tinha o movimento associativo, elemento agregador e mobilizador das comunidades portuguesas, essencial na salvaguarda dos valores culturais, da Língua e das tradições nacionais”, referiu.

Apesar das alterações que ao longo dos anos o Conselho das Comunidades Portuguesas foi sofrendo na sua estrutura, as mesmas sempre melhoraram “a sua representatividade e eficácia de funcionamento, de forma a melhor poder ser um órgão charneira entre as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo e Portugal”, considerou Lara Martinho, acrescentando ser este um “ pilar essencial na relação entre os portugueses residentes no estrangeiro, as entidades locais nos países de acolhimento e os órgãos de soberania de Portugal”.

 

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