Legislativas Regionais – Ana Luís visita exemplos de empreendedorismo nas freguesias

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Na passada quinta-feira a primeira candidata do PS pelo Faial às eleições de Outubro visitou três empreendimentos em zonas rurais, nomeadamente nas freguesias do Capelo, Praia do Norte e Castelo Branco, que considera serem ilustrativos da “dinâmica que o PS defende para as freguesias”.

Para Ana Luís, estas empresas, que contaram com apoios no âmbito do PRORURAL mostram que “há empreendedorismo e há juventude interessada em investir na sua terra”. A candidata destaca o facto deste projectos serem “geradores de emprego”, podendo contribuir para “a fixação de pessoas nas freguesias”.

Assim sendo, Ana Luís entende que é essencial garantir a continuidade deste tipo de medidas, fortalecendo os apoios às empresas, majorados quando se tratem de jovens empresários ou de projectos destinados ao espaço rural. Desta forma, entende, é possível garantir o “desenvolvimento homogéneo” do Faial.

O PRORURAL é, recorde-se, um programa enquadrado no período de programação 2007-2013 da política da União Europeia de desenvolvimento rural, sendo comparticipado pelo Fundo Europeu Agrícola de desenvolvimento Rural. Com este quadro comunitário a chegar ao fim, as atenções centram-se nas novas políticas europeias que determinarão os apoios com que a Região poderá contar vindos de Bruxelas. Ana Luís está optimista em relação a esse novo quadro e lembra que, sendo os Açores uma região ultra periférica caracterizada por uma grande descontinuidade territorial, os apoios comunitários deverão ter sempre por objectivo a coesão e a reprodutividade dos investimentos.

Para já, no entanto, a candidata presta mais atenção a Lisboa do que a Bruxelas. Ana Luís mostra-se muito descontente com as novas medidas de austeridade anunciadas pelo primeiro-ministro e diz não entender de que forma é que estas melhorarão a saúde da economia nacional, já que, como explica, são indiciadoras de uma ainda maior quebra do consumo, o que, entende, não trará a tão necessária criação de empregos. Neste cenário, deixa uma certeza: “na próxima legislatura teremos de olhar muito pelas pessoas e pelas empresas”, refere.

 

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