No próximo dia 9 de Fevereiro, comemora-se mais um dia da Secretária/o, em tempos de crise, tudo o que tenha o nome de comemoração, dá-nos a sensação de “profuso”!
Comemorações, leva-nos a determinantes estruturais, que estão na base da recorrente “crise”.
Vamos deixar de comemorar, ou festejar tudo o que para nós faça sentido, só porque impera a palavra “crise”?
Não existe no momento, setor laboral que não sinta as dificuldades da economia e conjuntura social que atravessamos.
A profissão de secretária, não fica imune a esta crise.
Uma solução que se recomenda , é adquirir formação, especialização e não ter medo de arriscar.
As estatísticas de Portugal a nível do desemprego, nunca foram tão más, no fim de 2011, segundo o INE, o quarto trimestre desse ano registou 14% de desempregados, em Janeiro de 2012, diz o Eurostat, que a taxa de desemprego tinha subido para 14,8%.
Até os próprios governantes, que muitas vezes “fecham” os olhos as realidades que estão à “frente do nariz” , admitem que é um problema gravíssimo.
Os números são preocupantes, existe sem dúvida um flagelo social, como nunca nos lembramos de ter vivido.
Existirá, neste momento profissões que estejam imunes a esta realidade?
A conclusão a que se chegou foi : “não há vacina que tenha posto setor ou profissão a salvo da quebra da economia, mas dentro da tempestade que se criou há sempre alguns refúgios que se aguentam melhor”.
Na minha opinião, a profissão de secretária vai manter-se a muito custo, mas somos necessários, considerados os pilares dos gestores, das mais heterogéneas empresas.
Esta crise económica, traz-nos problemas e grandes desafios, há que parar e pensar. Em que devo investir?, que formação deverei fazer, para valorizar o meu desempenho?, refletir sobre si próprio, elaborando mesmo argumentos sobre as suas mais-valias e sobre a sua motivação.
“Diz o adágio que se a vida nos dá limões que façamos limonada”, – nunca desistir !











