Mobilidade. Paulo Moniz exige firmeza à República para garantir modelo justo para os açorianos

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O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República Paulo Moniz exigiu hoje “firmeza” ao Governo da República para garantir um “modelo justo” de Subsídio Social de Mobilidade para os açorianos, dizendo que a “coesão territorial não deve ser argumento para uns assuntos e não ser para outros”.

“Senhor Ministro, há de compreender que bata nesta tecla enquanto o problema se mantiver e quantas vezes forem necessárias. É isto que os açorianos esperam de mim. Defendemos um modelo justo e que não obrigue os açorianos a irem para as filas dos CTT para serem reembolsados da diferença que pagam antecipadamente. ”, afirmou o social-democrata.

“Há algumas semanas, o senhor Ministro das Infraestruturas disse que foi uma opção firme manter a coesão territorial. Peço-lhe então a mesma firmeza na resolução de um problema que é não só de coesão, mas também de justiça social.”

Paulo Moniz, que falava na Comissão de Economia numa audição ao Ministro das Infraestruturas, salientou que o “acerto de contas” relativo à diferença entre o preço das passagens e o Subsídio Social de Mobilidade “deve ser feito entre o Estado e as companhias aéreas”.

O deputado açoriano lembrou que, em novembro de 2019, solicitou ao Ministro das Infraestruturas, através de requerimento, cópias das atas do grupo de trabalho criado em 2017 para a revisão do Subsídio Social de Mobilidade, mas que até hoje não obteve resposta do governante.

“O referido grupo de trabalho foi constituído há três anos. Ora, até à data o senhor Ministro não enviou cópia dos documentos solicitados.  Até parece que essas atas não existem”, sublinhou.

O deputado do PSD/Açores na Assembleia da República acrescentou que “este é o momento para resolver um assunto que, em breve, vai ser muito importante, mesmo se neste momento a intenção não é incentivar as pessoas a viajar em massa”.

“Quando houver essa segurança e condições, os açorianos merecem ter este assunto, que se vem arrastando no tempo, tratado”, lembrando que o transporte aéreo é o único meio que os açorianos têm para se deslocar para o exterior da Região.

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