“Não há bem que sempre dure, nem male que nunca se acabe”

0
0
blank
dr

Fonte: Chega Açores

Foi com esta mensagem que o deputado José Pacheco iniciou o seu discurso de encerramento da discussão do Plano e Orçamento para 2023, lembrando, contudo, ao Governo de coligação que “se o CHEGA aqui está, não é porque os senhores estão aí sentados, mas sim, os senhores estão aí sentados, porque o CHEGA está aqui. Fica o alerta para memória futura”.

No discurso que antecedeu a votação do Plano e Orçamento para 2023, José Pacheco questionou o Governo e o Parlamento relativamente às oportunidades e desafios que se colocam nos tempos de dificuldade que atravessamos. “Precisamos de estabilidade, seja ela política, social ou até mesmo pessoal. Isto é certo e real, mas precisamos de lealdade, de verdade e de compromisso. Será que podemos contar com tais valores com esta governação, com este Parlamento?”, questionou.

O CHEGA afirmou que com o passar do tempo “não podemos continuar a ser ultrapassados e a ser a terra mais pobre deste nosso Portugal”, quando a Região “tem tudo, tudo mesmo, para seguir em frente, fazer diferente, fazer desta terra um exemplo para o nosso país”.
Com a entrada do CHEGA no Parlamento açoriano, o compromisso assumido pessoalmente por José Pacheco foi de “olhar para as pessoas sem pensar em cores partidárias, fazer aquilo que todos os dias oiço na rua”, sem negociatas ou disputas políticas. E explicou que “quando perdemos o foco no mundo real estamos a enganar os nossos açorianos, mesmo quando fingimos estar muito preocupados com eles, mas a verdade é que apenas pensamos no conforto das cadeiras douradas deste Parlamento obtidas ou mantidas através dos votos”.

Aos açorianos lembrou que “sei o que sentem todos os dias, o que sentem na vossa casa, porque também já passei todas estas dificuldades, mas lutando todos os dias para as ultrapassar. E se sei é porque eu sou um de vós, jamais negarei as minhas raízes, orgulho-me de ser quem sou e filho de quem sou. Este é um dever sagrado para com a minha gente que nunca poderei abandonar. Reafirmo o meu compromisso perante todos os açorianos. Sou a vossa voz. Nunca me calarão”, afiançou.