Há ilhas que parecem ter nascido apenas para serem contempladas. O Faial, para mim, é uma delas. Mas, ao contrário de tantas outras que vivem no silêncio, esta ilha azul aprendeu a ter voz, a ganhar palco e a conquistar reconhecimento; seja em números, em imagens ou em histórias que se cruzam entre quem chega e quem parte.
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