O PS/Açores tem a responsabilidade de levar os Açores para a frente, salienta Vasco Cordeiro

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DR/PS-Açores

Vasco Cordeiro frisou, este domingo, que o PS/Açores tem a “responsabilidade
histórica e a legitimidade de não deixar os Açores para trás, de levar os Açores para a
frente.

O Presidente do PS/Açores falava na sessão de encerramento do XVIII Congresso do PS/Açores, que decorreu este fim-de-semana, na cidade da Horta.

Vasco Cordeiro salientou que o PS/Açores abriu um “novo caminho, uma nova fase e~um novo tempo”, alertando os partidos da coligação, que vaticinavam um PS moribundo, que o PS/Açores “iniciou um novo ciclo” e “está de volta pelo combate pelo futuro dos Açores”.

O Presidente do PS/Açores agradeceu a presença dos representantes de outros partidos no encerramento do Congresso, dos representantes do PS Madeira e do Secretário-Geral adjunto do PS, João Torres.

“Este é um PS/Açores do desassombro, sem receio, com orgulho no contributo que deu e que quer dar ao futuro da Região, para servir os Açorianos”, salientou Vasco Cordeiro, que considerou que o partido está “lúcido e consciente, concentrado em garantir mais progresso e mais desenvolvimento aos Açores”.

Vasco Cordeiro recordou que nas eleições regionais de 2020, os Açorianos “deram a vitória ao PS/Açores e que não é possível convencer ninguém que os Açorianos queriam ter o Governo que temos hoje”, porque os partidos da direita Açoriana “nunca explicaram previamente a possibilidade de estabelecer a coligação”.

O Presidente do PS/Açores salientou que o atual Governo dos Açores é suportado por uma “coligação de derrotados”, porque nenhum dos partidos que o compõe venceu as eleições.

Vasco Cordeiro admitiu que, ao longo de 24 anos de governação regional terão existido “falhas e erros”, criticando que os partidos que compõem a coligação equiparem a Autonomia “ao jogo da amarguinha”, em que “ora agora jogo eu, ora agora jogas tu, referindo-se à governação”.

Frisando várias vezes que o PS/Açores tem a “responsabilidade histórica de não deixar os Açores para trás”, Vasco Cordeiro enumerou os resultados dos Governos suportados pelo PS ao longo de 24 anos, alertando que “não se pode impedir o combate à mentira e a reposição de verdades”.

Na Educação, Vasco Cordeiro lembrou que em 24 anos, o PS fez com que os Açores recuperassem de “indicadores terríveis”, salientando que o “número de Açorianos sem ensino básico completo foi reduzido em 70%, a taxa de abandono escolar precoce desceu para metade, o número de Açorianos com ensino secundário duplicou e quadruplicaram os Açorianos que concluíram o ensino superior”.

Reportando à Saúde, Vasco Cordeiro sublinhou que, em 24 anos, o número de médicos nos Açores aumentou 76%, o número de primeiras consultas médicas de vigilância na gravidez passou de 37% para 90% e o número de crianças com pelo menos 6 consultas pediátricas no primeiro ano de vida passou de 6% para 80%”.

No Emprego, o líder dos Socialistas Açorianos salientou o aumento da população empregada em 30%, destacando o efeito que o crescimento de 80% no emprego feminino teve na “transformação da sociedade, revolucionado a igualdade de género no mercado de trabalho, nos Açores”.

Vasco Cordeiro apontou, ainda, que o PIB regional, ou seja, a riqueza por habitante, “aumentou mais de 150% em 24 anos”, sendo os Açores “sempre reconhecidos pela União Europeia como um bom exemplo de aplicação de fundos comunitários”, o que “não acontece agora devido às ausências e às omissões” deste Governo Regional, relativamente ao novo Quadro Comunitário de Apoio.

O Presidente do PS/Açores recordou, ainda, que foi com o PS que os Açores saíram dos maiores índices da taxa de Pobreza e Exclusão Social do país.

Vasco Cordeiro a “ambição e o sonho” que o PS tem para uns Açores “norteados pela liberdade, pela solidariedade e pelo respeito”, defendendo a “liberdade de pensar diferente, de opinar, de participar na vida pública, de criticar, sem o receio e o temor de represálias”.

O líder dos socialistas Açorianos defendeu os Açores enquanto “Região solidária”, onde “face ao infortúnio de outros, os Açorianos não virem a cara o os ajudem a reerguer-se com dignidade”, apelando aos Açorianos para se “juntarem ao PS no combate pelo futuro dos Açores, para fazer dos Açores o melhor sítio do mundo para se viver”.

“Queremos uns Açores assentes no respeito entre indivíduos, cidadãos, gerações e instituições. O PS/Açores apresenta-se com uma nova energia, com alegria, com gosto em fazer bem e em propor soluções que melhorem a vida dos nossos cidadãos”, salientou o Presidente do PS/Açores, Vasco Cordeiro.

Neste congresso foram eleitas a Comissão Regional do PS/Açores, a Comissão Regional de Fiscalizadora Económica e Financeira e a Comissão Regional de Jurisdição do PS/Açores.