O Véu da Ilha, de Jorge Silveira ou de quando as baleias eram confundidas com submarinos…

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O Véu da Ilha (2020) é o terceiro livro de Jorge Silveira, mais conhecido por Jorge Cacete, homem de muitos engenhos e empreendimentos. Aliás, o seu primeiro livro tem precisamente o título de Histórias do Cacete (2007), a que se seguiu Navegando Interilhas (2013) e agora, com a obra em epígrafe, este autor consagra-se definitivamente como prosador de mérito.


A ação de O Véu da Ilha – que se apresenta com grande qualidade gráfica e estética: uma belíssima fotografia da capa do fotógrafo Jorge Góis e um irrepreensível trabalho de design e lay out de Mário Duarte – remete-nos para os anos 1940 a 1943, tendo como pano de fundo as “ilhas do triângulo”: Faial, Pico e São Jorge. O livro dá conta de um tema (para muitos ainda hoje tabu) que se prende com práticas comerciais que se verificaram nestas ilhas, durante a Segunda Guerra Mundial, entre tripulantes de submarinos alemães (os famosos e temíveis U-boats) e pescadores açorianos.

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