O Voo do Cagarro: Claro que tenho de falar da Ucrânia

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Frederico Cardigos site

Para os meus amigos ucranianos, para os seus familiares e para o povo da Ucrânia em geral, toda a minha solidariedade. Os meus pensamentos estão convosco.

Claro que tenho de falar da Ucrânia. É imprescindível. E hoje, no dia em que escrevo estas palavras, falar da Ucrânia implica falar da Rússia e da Bielorrússia, essas nações dirigidas por ditadores desprovidos de bom senso, de empatia e de bondade que invadiram um país soberano e iniciaram uma guerra contra amigos e familiares dos seus próprios povos.

Escrevo estas palavras porque é necessário, na minha opinião, repetir ad nauseam que os dirigentes russos estão a proceder com maldade infinita. Estão a matar pessoas, seres humanos inocentes, incluindo crianças. Não está certo. Não está certo!

Tenho observado alguma animosidade para com russos e bielorrussos que vivem em Portugal e em outros países livres. Está errado. Obviamente, estes cidadãos não têm qualquer culpa do desnorte dos seus dirigentes.

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