Orçamento para 2023 reforça apoio a idosos e investe 5 milhões em infraestruturas

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A deputada do PSD/Açores Délia Melo salientou “o reforço dos apoios aos idosos dos Açores e investimentos da ordem de cinco milhões de euros em infraestruturas”, previstos na proposta de Orçamento da Região para 2023.

A parlamentar social-democrata falava ontem à comunicação social no final de visita ao Centro de Dia da Casa do Povo do Pico da Pedra, acompanhada dos deputados eleitos por São Miguel Alberto Ponte, Ana Quental e Vitória Pereira.

Para Délia Melo, “comprova-se assim a responsabilidade social deste Governo no apoio aos que mais precisam, por via do valor do aumento do Complemento para Aquisição de Medicamentos pelos Idosos, a par crescimento do número de beneficiários, e subida do Complemento Regional de Pensão”, sublinhou.

A deputada do PSD/Açores enumera as medidas que são agora colocadas em cima da mesa e que vão estar em sede de audição já esta semana, na Horta: “com o anterior governo, o Complemento para Aquisição de Medicamentos pelos Idosos (COMPAMID) era de 416 euros. Com o Governo da Coligação – PSD, CDS-PP, e PPM-, em 2023, o COMPAMID terá um valor de 580 euros”.

“Com o anterior governo, eram apenas 7.000 os idosos açorianos que tinham direito ao COMPAMID. Com o Governo da Coligação, em 2023, já são mais de 19.000 os idosos que irão beneficiar do COMPAMID. Estimamos que, em 2023, o número de beneficiários do COMPAMID nos Açores ultrapasse os 20.000”, adiantou Délia Melo.

As medidas não se ficam por aqui. “Com o anterior governo, o Complemento Regional de Pensão – o chamado ‘cheque pequenino’ – era de 54 euros para as pensões mais baixas. Com o Governo da Coligação, em 2023, o cheque pequenino vai aumentar para 97 euros, no caso das pensões mais baixas”, acrescentou a parlamentar social-democrata.

Resumindo, “estas medidas concretas do Governo dos Açores contrastam com a gritante falta de propostas do Partido Socialista que é o porta-voz das desgraças que o deputado Vasco Cordeiro gostaria que acontecessem, mas que na realidade não se verificam”, apontou.

Para além destas ações, estão previstos investimentos de mais de cinco milhões de euros em infraestruturas de apoio “que permitirão aumentar a resposta à população idosa”, salvaguardou.

De entre as obras previstas, encontram-se a criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada;  a reabilitação do Lar de Idosos do Nordeste; ampliação do Lar de Idosos da Praia da Graciosa; a ampliação e requalificação da Casa de Repouso João Inácio de Sousa, nas Velas, em São Jorge; a construção do Centro de Convívio de Castelo Branco, no Faial; a ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena, no Pico; o projeto para instalação de valência de cuidados continuados no Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória, ilha Terceira.

“Portanto, só não vê quem não quer e o Partido Socialista deliberadamente não quer ver. Deixou de apresentar propostas e está reduzido a um partido de protesto, agindo de forma demagógica e irresponsável”, rematou Délia Melo, concluindo que “da esquerda à direita os partidos apresentam propostas. A exceção é o Partido Socialista”.

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