PAN apresenta-se pela primeira vez às Autárquicas da ilha do Faial

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DR/PAN

A primeira candidatura autárquica ao município da Horta, do Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), tem Hugo Rombeiro como cabeça de lista à Câmara Municipal e Regina Santos como candidata à Assembleia Municipal. A lista foi confirmada, no passado dia 18 de agosto, pelo Tribunal da Horta.

O PAN da ilha do Faial terá pela primeira vez na sua história uma candidatura autárquica ao Município da Horta. Cumpridos todos os requisitos legais, o Tribunal da Horta notificou no passado dia 18 de agosto, as estruturas locais do partido, validando os nomes que constam das listas à Câmara e à Assembleia Municipal nas Eleições Autárquicas 2017.
Assim, o PAN-Faial vai a votos no próximo dia 1 de outubro, com uma lista encabeçada por Hugo Rombeiro e com Regina Santos, Eugénio Viana e Helena Krug nos quatro primeiros lugares.Na lista à Câmara Municipal da Horta encontram-se ainda Paulo Silva, Dora Duarte, Marco Nascimento, Paula Fraga, Janete Viana, Hélio Silveira, Nádia Machado, Cristina Carvalho, Alexandre Costa e Patrícia Meirinho.
A cabeça de lista à Assembleia Municipal é a Regina Santos, precedida de Hugo Rombeiro, Helena Krug, Eugénio Viana e Alexandre Costa. Os restantes nomes da lista que totaliza 40 faialenses são a Dora Duarte, Janete Viana, André Goulart, Nádia Machado, Rui Ladeira, Cátia Silveira, Paulo Silva, Paula Fraga, Patrícia Meirinho, Marco Nascimento, Rosa Goulart, Hélio Silveira, Tânia Teixeira, André Costa, Ana Fraião, Carla Baptista, João Gonçalves, Laura Medeiros, Fabiano Marques, Mafalda Garcia, André Gonçalves, Carla Silveira, Jorge Rosa, Sandra Areia, Diogo Mendonça, Inês Meirinho, Luquecinía Caetano, José Garcia, Carla Fraga, Tiago Oliveira, Goretti Cardoso, Sário Nunes, Jéssica Pinheiro, Cristina Carvalho e Paulo Bicudo.
Nesta candidatura, o PAN-Faial propõe-se “lutar por causas e não poder”, quer “projetos exequíveis a serem concretizados, encontrando consensos e não se deixar levar pelas guerrilhas ideológicas e pessoais que marcam a vida política atual na ilha do Faial.”
O partido acredita plenamente que “a democracia deve ser construída ao fazer pontes de diálogo, não as bloqueando”. É com este objetivo que o PAN-Faial deseja que ao longo da campanha se debatam soluções efetivas para o concelho, que interessem a todos os faialenses e não a pequenas parcelas.
“É com desejo de fazer acontecer, e lutar por uma ilha, uma região, um país e um mundo mais equilibrados que nos apresentamos a escrutínio público”, refere o partido numa nota remetida às Redações.
O PAN-Faial “sabe que não vai mudar o mundo de hoje para amanhã”, mas se conseguir “trazer para a mesa de debate assuntos perenes que fogem da agenda política atual já sairemos com sentimento de dever cumprido”, conclui. 

 

 

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