
No passado dia 18, sexta-feira, o candidato pelo PSD às eleições Autárquicas, Carlos Ferreira, numa conferência realizada no Aeroporto da Horta criticou o serviço que a SATA está a prestar no Faial.
Na ocasião, Carlos Ferreira anunciou que vai solicitar ao Presidente do Conselho de Ilha do Faial a realização de uma reunião extraordinária para que seja debatida a questão relacionada com o serviço prestado pela SATA e “tomada uma posição forte, conjunta e suprapartidária em prol da ilha do Faial”, nesta matéria.
O candidato à presidência da Câmara Municipal da Horta pela Coligação Acreditar no Faial deslocou-se ao Aeroporto da Horta para verificar diretamente a evolução da situação dos passageiros, após os mais recentes cancelamentos e atrasos nas chegadas e partidas.
Para Carlos Ferreira, “a ilha do Faial está refém dos constantes atrasos, avarias, chegada de passageiros sem bagagem e cancelamentos, e da consequente incapacidade da companhia aérea para garantir a mobilidade da população, incluindo daqueles que se têm de deslocar para exames ou consultas médicas”.
O candidato criticou ainda a “ incapacidade” da transportadora área “para dar resposta às necessidades económicas, quer seja ao nível do transporte de produtos locais, quer ao nível do turismo”, considerando que “os problemas da SATA estão a transmitir uma imagem muito negativa de pelo menos sete ilhas do arquipélago”.
Para o candidato à presidência da Câmara Municipal da Horta, já se tornou “banal apontar o dedo à gestão da SATA, cuja responsabilidade nesta altura já é única e exclusivamente do Governo Regional”. Neste contexto Carlos Ferreira afirmou que “o serviço prestado pela SATA é fundamental para o Faial, para a população e para a nossa economia, e por isso o Conselho de Ilha é o órgão próprio para uma tomada de posição forte”.
A concluir, Carlos Ferreira defendeu que “a SATA foi criada para servir todos os açorianos, e sem prejuízo da possibilidade de se lançar em novas rotas se tiver aeronaves suficientes para o efeito, deve cumprir em primeiro lugar a sua missão nas ligações inter-ilhas e das ilhas com o continente português”.















