Partido Socialista de “memória curta” esquece que excedeu limite de endividamento em 155 milhões

0
13
blank

O deputado do PSD/Açores António Vasco Viveiros apontou hoje a “memória curta” do Partido Socialista em matéria de finanças públicas, lembrando que, em 2020, o governo do PS excedeu o limite de endividamento em 155,9 milhões de euros, e lamentou as “sucessivas acusações ao Governo da Coligação nesta matéria, sem qualquer fundamento, em manobras absolutamente incongruentes”.

O vice-presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores afirmou que “o PS apenas pretende usar o mesmo tipo de demagogia a que se habituou, enquanto governou durante 24 anos, deixando como herança responsabilidades financeiras superiores a 3.500 milhões de euros no final de 2020, a qual ainda desmente perante todas as evidências”.

Para o social-democrata, “os socialistas provavelmente estavam distraídos e pouco preocupados em esclarecer os açorianos. A herança que deixou, isso sim, é uma preocupação de todos os açorianos e deveria envergonhar o Partido Socialista”, frisou.

Mais recentemente, apontou António Vasco Viveiros, “o motivo e a argumentação têm sido o ‘enquadramento legal’ do endividamento da Região, tendo questionado o Governo Regional através de requerimento, relativamente aos anos de 2021 e 2022, omitindo qualquer preocupação relativamente a anos anteriores da responsabilidade de governos do PS”.

“Com toda a transparência, o Governo Regional já respondeu de forma específica relativamente ao ano de 2021, exercício já encerrado, e de forma geral, mas clara, no que se refere ao ano de 2022, exercício em curso, cuja informação rigorosa e discriminada apenas estará disponível após o encerramento do ano”, salvaguardou.

“O grupo parlamentar do PSD/Açores partilha os objetivos da política financeira responsável e rigorosa deste Governo, no sentido de, até ao final da legislatura, conseguir travar o aumento da dívida, ao contrário das políticas dos governos socialistas, marcadas pelo excessivo recurso ao endividamento, comprometendo a atual e as gerações futuras”, rematou o parlamentar social-democrata.