Povo meu, que te fiz eu?

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TI
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Só uma profunda ignorância do nosso passado ou um condenável preconceito ideológico me parece poder explicar as persistentes tentativas, aos vários níveis, de varrer da nossa memória e do nosso modo de ser e pensar, a raiz cristã e católica de que somos feitos nesta Europa ocidental. E este insidioso processo tem vindo a ganhar uma força e uma dimensão transversais, beneficiando da fraqueza das convicções de lideranças políticas que preferem o soundbyte ou o facilitismo do politicamente correto e abdicam de enfrentar minorias ativas, que condicionam a agenda e as posições destes frágeis e pouco convictos líderes que temos tido.

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