Presidente do Governo diz que estudar o mar é garantia de defesa para as futuras gerações

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O Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, declarou na segunda-feira que o “reconhecimento” da “essencialidade do mar” para a “vida humana, vegetal e animal” é essencial como forma de cuidar das próximas gerações.

Falando na Horta, na ilha do Faial, “a ilha azul”, José Manuel Bolieiro reconheceu que o conhecimento atual do mar “é muito relativo ao passado, ao que foi, em certa medida ao que tem sido”, e nesse sentido é preciso acentuar a “investigação e o conhecimento” numa verdadeira “solidariedade intergeracional” potenciadora de “literacia e sustentabilidade do mar”.

O governante falava na sessão pública “A Importância da Cooperação entre Portugal e Noruega na promoção da Ciência e Literacia do Oceano em Portugal”, que decorreu na tarde de segunda-feira na Horta.

O XIII Governo dos Açores, prosseguiu José Manuel Bolieiro, tem uma “especial sensibilidade para questões que envolvam a ciência e o futuro”, sempre considerando o fenómeno das alterações climáticas.

Depois, o Presidente do Governo sustentou ser necessária “resiliência para aqueles mais centralistas que recusam, por exemplo, na lei do mar, dar oportunidades a regiões arquipelágicas” de terem opinião sobre “aquele que é o seu interesse” e o “interesse universal”.

Presentes na sessão estiveram, entre outros, a Embaixadora da Noruega, Tove Bruvik Westberg, o Ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, deputados eleitos pelos Açores à Assembleia da República, e diferentes entidades ligadas a questões do mar ou do ambiente.