Presidente Luís Garcia incentiva açorianos que vivem na Madeira a cultivar as suas raízes

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DR/ALRAA
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O Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Luís Garcia,
sublinhou hoje, no Funchal, a importância de “cultivar as raízes açorianas mesmo vivendo longe dos Açores”, como acontece com a comunidade açoriana que vive na Madeira

Durante a visita à Casa dos Açores na Madeira, que marcou o fecho do programa da sua visita oficial àquela região autónoma, o Presidente Luís Garcia afirmou querer contribuir para manter viva a chama da açorianidade, oferecendo, em nome da Assembleia Legislativa dos Açores, alguns exemplares de bibliografia açoriana e disponibilizando-se para ajudar a instalar a Biblioteca daquela instituição, apetrechando-a com mais obras do acervo regional.

Depois de visitar as novas instalações da Casa dos Açores na Madeira, inauguradas em agosto passado, o Presidente Luís Garcia enalteceu o trabalho desenvolvido pela sua direção, presidida pelo açoriano Carlos Madruga da Costa, natural da ilha do Faial, sublinhando a importância de promover o “acolhimento e encontro dos açorianos”, com vista ao “fortalecimento da cooperação e dos laços entre as duas regiões”.

“Esta e outras casas dos Açores espalhadas pelo mundo são autênticas embaixadas dos Açores”, lembrou o Presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, sublinhando que “podem ajudar na preservação e divulgação da nossa cultura, mas também a abrir portas para outros domínios, como por exemplo o económico, ajudando assim a criar oportunidades de investimento”.

“Contamos e precisamos muito da vossa ajuda para a recuperação da nossa região e, sobretudo, para a sua transformação”, afirmou ainda o Presidente Luís Garcia, dirigindo uma mensagem a todos os açorianos que vivem na Madeira.

A visita à Casa dos Açores na Madeira estava inicialmente programada para quarta-feira, como início simbólico da sua chegada à região madeirense, mas o avião em que seguia a comitiva do Presidente da Assembleia dos Açores foi obrigado a divergir para Lisboa devido ao mau tempo, o que obrigou à alteração da agenda de quarta-feira para o sábado.