PS Açores não abdica de melhorar rendimentos dos pescadores e salvaguardar sustentabilidade dos recursos, diz Vasco Cordeiro

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DR/PS
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O rendimento dos pescadores, uma exploração sustentável dos recursos e a qualificação dos profissionais do setor foram temas em destaque no encontro que o Presidente do PS/Açores teve, esta terça-feira, na Terceira com a Federação das Pescas dos Açores. “Há um trajeto que foi feito e que permitiu um crescimento muito significativo de alguns indicadores”, referiu Vasco Cordeiro, considerando que há “outros desafios” a que é preciso responder.

Para Vasco Cordeiro, apesar do percurso que já foi feito, “e que permitiu um crescimento muito significativo de alguns indicadores como, por exemplo, o preço médio da primeira venda de pescado em lota que passou de dois euros em 2012, para mais de quatro euros em 2019”, o rendimento dos pescadores continua a ser um aspeto “fundamental” para o projeto socialista.

No entanto, como referiu o candidato à Presidência do Governo dos Açores, em declarações aos jornalistas, essa aposta em melhores rendimentos também passa pela salvaguarda dos recursos disponíveis: “A criação, por exemplo, de áreas marinhas protegidas – como está previsto no âmbito do programa Blue Azores -, não pode ser feita contra os pescadores. Eles são os primeiros guardiães desta ambição e isso tem de ter, também, um valor que possa reverter para o rendimento dos pescadores”.

Vasco Cordeiro destacou, ainda, a importância da qualificação dos profissionais do setor: “Nos últimos quatro anos foram mais de mil marítimos que, a diversos títulos, tiveram formação, mas a Região está hoje dotada de um conjunto de outras infraestruturas, nomeadamente a Escola do Mar que, não só nesta componente mas também noutras, poderá dar impulso forte, aqui, quanto a essa qualificação”.

Para o Presidente do PS/Açores “só quem não despendeu algum tempo para visitar a Escola do Mar (…) poderá ignorar a ambição que subjaz a esse projeto, não só na componente das pescas, mas em todas as profissões ligadas ao mar”, sublinhando que “há aqui um caminho progressivo de afirmação e até de internacionalização da própria oferta da Escola”.

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