PSD/Açores classifica a proibição do abate de animais de companhia como “avanço civilizacional”

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DR/PSD
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O grupo parlamentar do PSD/Açores classificou como “um avanço civilizacional” a antecipação, na Região, da proibição do abate de animais de companhia e de animais errantes saudáveis para controlo populacional.

“O bem-estar animal conquistou um espaço próprio, no contexto mais abrangente do bem-estar social que todos procuramos promover na nossa Sociedade”, declarou o deputado Carlos Ferreira, sobre a proposta apresentada pelo PAN, que os social democratas votaram favoravelmente.

O parlamentar recordou que, em 2016, foi estabelecido um prazo de 6 anos para que fossem criadas as condições necessárias para o efeito na Região, salientando também que nos trabalhos desenvolvidos na comissão parlamentar competente, a Associação de Municípios da Região e o Governo afirmaram que os Açores estão agora em condições de antecipar a implementação da medida.

“Reunidas essas condições, o PSD/Açores orgulha-se de apoiar uma medida que constitui um verdadeiro objetivo coletivo, e que traduz um avanço civilizacional que importa registar, hoje e aqui, no Parlamento dos Açores”, afirmou Carlos Ferreira.

A proposta em causa prevê também a eliminação da possibilidade de devolução dos animais ao seu local de origem, no caso de não ser garantida a adoção, medida importante também para o PSD, “uma vez que, sobretudo no caso dos canídeos – e segundo a Ordem dos Médicos Veterinários e várias associações do setor – essa devolução é desaconselhada, pelo risco de formação de matilhas e a consequente insegurança que podem originar”, explicou Carlos Ferreira.

O deputado do PSD/Açores sublinhou ainda o anúncio, por parte do Secretário Regional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, de que o Governo vai apresentar em breve uma proposta mais abrangente, que irá melhorar o atual modelo, numa visão construtiva para a melhoria do bem-estar animal nos Açores.

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