PSD considera que o modelo atual de apoio aos OCS açorianos não satisfaz

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O deputado do PSD Açores José Andrade considerou, na tarde de ontem no plenário da ALRAA que o Governo Regional não procura um modelo eficaz de apoio à comunicação social açoriana. 

Dedicando uma atenção especial ao serviço público de rádio e televisão nos Açores, que classificou como “indispensável por ser estruturante e estratégico”, José Andrade considerou que “o modelo atual não satisfaz”. Por um lado, disse, “tem um constrangimento próprio da falta de autonomia de decisão administrativa e financeira que condiciona a capacidade de gestão operacional e, portanto, editorial”. Por outro lado, acrescentou, “sofre um desinvestimento responsável por instalações desadequadas, equipamentos desatualizados e profissionais desajustados”. 

Para o deputado social democrata, “é preciso refundar o serviço público audiovisual nos Açores”. Em primeiro lugar, “importa assumir a sua missão estratégica com canais próprios de rádio e de televisão que reúnem as ilhas, promovem a Região no todo nacional e projetam o arquipélago para as comunidades açorianas”, disse.

Em segundo lugar, prosseguiu, “impõe-se garantir um modelo operacional que deve estar sedeado nos Açores, ter estruturas modernizadas em S. Miguel, Terceira e Faial e contar com meios adequados nas outras seis ilhas”.

 

Em terceiro lugar, concluiu, “convém definir uma estrutura empresarial partilhada pelo Estado e pela Região, associada ao Grupo RTP, que considere como principal participação regional a Contribuição Audiovisual que já é cobrada nos Açores e que tenha capacidade de aproveitamento dos programas europeus para modernização dos seus meios técnicos”.

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