Durante demasiado tempo, a rede viária do Faial foi tratada como um assunto secundário, empurrado para discursos de campanha e anúncios bem ensaiados, mas pobremente executados. As estradas da ilha, espelho do abandono acumulado, tornaram-se um incómodo diário para quem cá vive: buracos normalizados, remendos provisórios e uma sensação persistente de que as prioridades estavam sempre noutro lado.
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