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Reflexões Crónicas – Como um Marinheiro eu partirei, de Nuno Costa Santos: o fascínio por Jacques Brel e os dilemas de um biógrafo

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DR/TI
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Ainda me lembro de descobrir algures O Canto do Brel e a entrevista do Dr. Luís Carlos Decq Mota onde descreve o seu encontro com uma senhora “cor de um café com leite clarinho, e uma jovem loira de olhos azuis, felizmente para ela não era parecida com o pai, porque o pai [Brel] era um perfeito homem, mas era feio como a noite dos trovões”.

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