Ao longo da História a Horta foi fustigada por intempéries, por vezes invadida pelas águas do mar ou por enchentes de chuva. Se procurarmos referências a estes eventos encontramos, por exemplo, o temporal de 1668, que destruiu grande parte da muralha e levou uma ermida (onde está hoje o Banco de Portugal), ou o ciclone de 1893, que voltou a afectar gravemente a então Rua do Mar. O que é menos notório é a realidade do saneamento e salubridade da urbe nos períodos normais, onde não acontecesse necessariamente uma catástrofe.
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