“O Faial está tão infestado de padres como as demais ilhas […] e também tem conventos visitados tanto pelos naturais como por estrangeiros e que são, na verdade, o principal passatempo local.” Com esta afirmação Thomas Ashe abria o parágrafo relativo à sociedade faialense, na descrição da sua visita à ilha, no início do século XIX (publicada em Londres em 1813).
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