Vivemos tempos interessantes. Por um lado, a discrepância de riqueza entre os mais ricos e mais pobres está mais elevada que nunca (é inacreditável para mim que haja quase 3000 bilionários no mundo). Por outro, a qualidade da vida, especialmente no Norte global, tem consistentemente aumentado de forma que partes cada vez maiores da população têm vidas relativamente boas, com acesso a educação, cuidados de saúde, eventos culturais, e outros factores que não são apenas trabalho e vida familiar.
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