Mudam-se os interlocutores, os maneirismos, mas a estratégica, essa, repete-se.
Esta manhã ouvi pela enésima (na realidade nunca as contei, mas são muitas) da boca de uma pessoa, que eu arriscaria a dizer que poderia ser, dadas as suas características, porta-voz de muitos faialenses, que opta não ouvir os debates políticos nem tão pouco as transmissões em direto dos plenários porque a história é sempre a mesma….quem governa no presente responsabiliza quem não fez no passado, mas quem não fez no passado tem a desfaçatez de exigir que se faça, com urgência, no presente.
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