Vítor Fraga apoia desenvolvimento turístico dos Açores

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O secretário Regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, visitou São Miguel, no lançamento do empreendimento turístico “Whales Bay Azores Islands”, na freguesia de São Vicente Ferreira, no concelho de Ponta Delgada.

Realçou que o turismo nos Açores está a atravessar uma nova fase na sua evolução, sendo agora prioridade assegurar a singularidade e maturação do Destino Açores.

O Whales Bay Azores Islands reúne capital regional e externo, num investimento superior a dois milhões de euros que pretende juntar o conforto de um empreendimento de quatro estrelas enquadrado na paisagem com características viradas para o turismo de lazer.

Para o Secretário Regional do Turismo e Transportes, este tipo de empreendimento é um exemplo da qualidade que a Região pretende nesta área, mas também uma prova do interesse “que o sector está a gerar junto dos empresários”, demonstrando o caminho de sucesso percorrido pelos Açores na valorização do seu destino.

“Passámos de um tempo em que havia necessidade de ter oferta, para um tempo em que necessitamos de garantir a existência e manutenção de uma oferta fortemente qualificada, que evidencie os nossos factores diferenciadores, totalmente integrada na matriz do Destino e capaz de gerar e agregar valor”, afirmou o secretário.

Na sua intervenção recordou que a construção de um destino turístico é um processo moroso e, mais ainda, se a ambição for mantê-lo sustentável. “Os exemplos que recolhemos por este mundo fora dão bem nota dos resultados de quem opta por crescimentos rápidos: esses resultados acabam, quase sempre, por ser inevitavelmente efémeros e descaracterizadores do destino”, afirmou Vítor Fraga, assegurando que “esta nunca foi, não é, nem será a opção para o desenvolvimento do sector na Região”.

O Secretário Regional salientou ainda que o caminho percorrido e ainda mais no “novo tempo” que o turismo regional enfrenta agora, requer a continuidade de uma cooperação efectiva e permanente entre entidades públicas e privadas. “Das entidades públicas devemos exigir a garantia da preservação da nossa matriz, a determinação na construção de todos os instrumentos para apoiar e regular o desenvolvimento do sector, que se quer que continue a ser sustentável”, salientou, acrescentando que se espera das entidades privadas que “tirem partido dos novos instrumentos que têm à sua disposição e que direccionem a sua actuação para a qualificação e valorização da oferta”.

 

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