À saída dum centro comercial no Luxemburgo, quatro raparigas, aparentemente de origem portuguesa, estão a conversar com uma felicidade que contagia. Reparei primeiro na linguagem corporal que deixava adivinhar palratório jocoso sobre qualquer coisa pouco importante, mas com risos e sorrisos que extravasavam aquele lugar. Falavam num alemão meio estranho, que me pareceu poder ser luxemburguês. No entanto, por vezes, saltavam para o português e, uma delas, possivelmente francófona, optava preferencialmente pelo francês.
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