Adeliaçor quer potenciar criação de postos de trabalho

0
46

José Leonardo Silva, actual vice-presidente da Câmara Municipal da Horta, foi eleito, segunda-feira, dia 23 de Agosto, presidente da Adeliaçor – Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores. 

José Leonardo substitui assim Orlando Rosa, e a seu lado tem, como grande novidade, elementos de São Jorge que, na anterior direcção faziam somente parte do Conselho Fiscal.

A ADELIAÇOR – Associação para o Desenvolvimento Local de Ilhas dos Açores tem como  Zona de Intervenção as ilhas de São Jorge, Pico, Faial, Flores e Corvo e coordena vários programas comunitários.

A tomada de posse aconteceu na sexta-feira passada e Tribuna das Ilhas esteve à conversa com o recém-empossado presidente.

José Leonardo considera que o facto de ter elementos de todas as cinco ilhas da abrangência da Adeliaçor na sua direcção vai ser enriquecedor, “penso que assim vamos conseguir ajudar a desenvolver estas cinco ilhas no âmbito do Prorural”.

O presidente da Adeliaçor ainda está a inteirar-se do ponto da situação mas diz-nos que “a casa está arrumada, mas ainda vamos avaliar melhor os pormenores”.

Em termos de preocupações para o futuro, José Leonardo diz que “nós queremos ter uma Associação activa, que divulgue de facto a sua actividade e que os promotores dos próprios projectos se dinamizem no sentido de fazer perceber às pessoas o que a Adeliaçor desenvolve”.

A linha de acção para este mandato já está a ser tratada e em Dezembro próximo vai ser aprovado o plano e orçamento.

“A Adeliaçor pode ter um papel importante e aglutinador na promoção do Triângulo e das várias entidades do Triângulo” – afirma o Presidente José Leonardo Silva que continua explicando, “para nós é fundamental este conceito e esta união, pois só assim conseguiremos valorizar estas 3 ilhas. Temos que perceber que, juntos temos algum peso e poderemos ter alguma influência. Sozinhos não vamos a lado nenhum.”

Recuperar o património cultural é outro dos objectivos desta direcção, investir no turismo e apostar na criação de postos de trabalho.

“Consideramos que as micro-empresas que têm capacidade para criar um ou dois postos de trabalho são fundamentais. Já percebemos que o Estado não capta toda a mão–de-obra disponível, pelo que é preciso encontrar outros incentivos e enquadrar as pessoas noutras áreas e é isso que nós vamos tentar apoiar. Apoiar projectos de iniciativa privada que visem dar emprego aos jovens nas localidades rurais” – sublinhou o responsável.

 

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO

Por favor escreva o seu comentário!
Por favor coloque o seu nome aqui
Captcha verification failed!
Falha na pontuação do usuário captcha. Por favor, entre em contato conosco!