Alberto João Jardim contraria posição do partido na Madeira nas eleições à presidência do PSD

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O mandatário na Madeira da candidatura de Rui Rio à presidência do PSD, Alberto João Jardim, considera que o atual regulamento para a eleição do líder nacional é “moralizador” e não interfere em matéria específica do meio regional.”Não é aceitável a continuação de um estado de coisas antiético, na Madeira parece que também adotado desde à volta de 2012, o qual plutocratiza o PSD na medida em que faz imperar a força do dinheiro na inscrição e votação interna de gente sem a iniciativa pessoal de militância”, afirma Alberto João Jardim, num comunicado hoje divulgado.

O mandatário de Rui Rio, ex-líder do PSD/Madeira e ex-presidente do Governo Regional, contraria, deste modo, a posição da Comissão Política do partido na região, sobre o número de militantes que estão aptos a votar nas eleições internas, no sábado.

O secretário-geral do PSD/Madeira, José Prada, afirmou esta terça-feira que os cerca de 2.500 militantes sociais-democratas do arquipélago que a estrutura regional considera terem as quotas pagas vão poder votar, apesar de a secretaria-geral nacional indicar que apenas 104 estão em condições de o fazer.

Em causa na divergência da contabilização do número de militantes está o modo de pagamento das quotas: segundo o regulamento de quotizações aprovado pelo Conselho Nacional do partido em novembro, este só poderá ser feito por multibanco (através de referência aleatória), cheque, vale postal (apenas autorizado para militantes com 60 anos ou mais), débito direto, cartão de crédito ou MB Way.

A maioria dos militantes na Madeira paga as quotas diretamente nas sedes do partido e a Comissão Política sublinha que “foi sempre assim desde há 40 anos”.

Alberto João Jardim manifesta-se contra a posição oficial do partido na região, vincando que “é só de agora que vigora o atual regulamento nacional”, aprovado no Conselho Nacional do partido, em novembro de 2019.

“Não faz sentido dizer que `foi sempre assim desde há 40 anos´ e desta forma comprometer a neutralidade anunciada”, afirma o mandatário de Rui Rio.

O presidente do PSD, Rui Rio, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro e o atual vice-presidente da Câmara de Cascais Miguel Pinto Luz são os três candidatos que disputam no sábado a presidência do partido em eleições diretas.

Se nenhum deles obtiver mais de 50% dos votos, a segunda volta realiza-se uma semana depois, dia 18, entre os dois candidatos mais votados.

“Não é aceitável a continuação de um estado de coisas antiético, na Madeira parece que também adotado desde à volta de 2012, o qual plutocratiza o PSD na medida em que faz imperar a força do dinheiro na inscrição e votação interna de gente sem a iniciativa pessoal de militância”, afirma Alberto João Jardim, num comunicado hoje divulgado.

O mandatário de Rui Rio, ex-líder do PSD/Madeira e ex-presidente do Governo Regional, contraria, deste modo, a posição da Comissão Política do partido na região, sobre o número de militantes que estão aptos a votar nas eleições internas, no sábado.

O secretário-geral do PSD/Madeira, José Prada, afirmou esta terça-feira que os cerca de 2.500 militantes sociais-democratas do arquipélago que a estrutura regional considera terem as quotas pagas vão poder votar, apesar de a secretaria-geral nacional indicar que apenas 104 estão em condições de o fazer.

Em causa na divergência da contabilização do número de militantes está o modo de pagamento das quotas: segundo o regulamento de quotizações aprovado pelo Conselho Nacional do partido em novembro, este só poderá ser feito por multibanco (através de referência aleatória), cheque, vale postal (apenas autorizado para militantes com 60 anos ou mais), débito direto, cartão de crédito ou MB Way.

A maioria dos militantes na Madeira paga as quotas diretamente nas sedes do partido e a Comissão Política sublinha que “foi sempre assim desde há 40 anos”.

Alberto João Jardim manifesta-se contra a posição oficial do partido na região, vincando que “é só de agora que vigora o atual regulamento nacional”, aprovado no Conselho Nacional do partido, em novembro de 2019.

“Não faz sentido dizer que `foi sempre assim desde há 40 anos´ e desta forma comprometer a neutralidade anunciada”, afirma o mandatário de Rui Rio.

O presidente do PSD, Rui Rio, o antigo líder parlamentar Luís Montenegro e o atual vice-presidente da Câmara de Cascais Miguel Pinto Luz são os três candidatos que disputam no sábado a presidência do partido em eleições diretas.

Se nenhum deles obtiver mais de 50% dos votos, a segunda volta realiza-se uma semana depois, dia 18, entre os dois candidatos mais votados.

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