André Ventura, Carlos Augusto e Orlando Lima na defesa da economia Terceirense!

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DR/CHEGA
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Por: Partido CHEGA

Acompanhados por um pequeno staff com personalidades representando o CHEGA, ao nível Nacional, Regional e local, pelas 09:00 horas do dia 19 de Outubro, candidatos do CHEGA pelo Círculo Eleitoral da ilha Terceira, reuniram com o Presidente da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo para discutirem as suas preocupações e auscultarem as necessidades do tecido económico Terceirense, sobe o lema “Parem de destruir a Terceira”, reiterando assim a demonstração da sua preocupação e indignação perante estratégias políticas de elevado impacte económico em curso, levadas a cabo pelo governo socialista.

Acompanhavam os candidatos do CHEGA pela ilha Terceira, Orlando Lima e Carla Silveira, os, Presidente Nacional do CHEGA, o Deputado André Ventura e seu Vice-presidente Diogo Amorim, o Presidente do CHEGA-Açores Carlos Augusto Furtado, e Roberto Pires, Vogal da estrutura partidária nos Açores e cabeça de lista pela ilha Graciosa.

Foram notadas as preocupações partilhadas com o impacte da pandemia sobre a economia Açoriana, em particular sobre o tecido empresarial Terceirense. Sobre este tema foram discutidas as virtudes dos apoios Nacionais e Regionais e o seu papel na sustentabilidade das empresas Terceirenses. A importância das touradas, partilhando com o Presidente desta associação de comerciantes o real impacte que esta atividade estrutural tem na Ilha Terceira. Significa 11% do PIB Terceirense e 2,47 do PIB Açoriano, num total de 91,3 Milhões de Euros, reportando ao ano de 2015, entre custos diretos e indiretos. Este valor divulgado pela agência Lusa, resulta do estudo levado a cabo pelo economista Domingos Borges e vem enriquecer o valor até agora considerado de 5 Milhões em custos diretos, defendido por Tomás Dentinho. Neste capítulo, Orlando Lima defendeu que a quebra da economia Açoriana e nomeadamente a Terceirense se deveu a uma estratégia política, levada a cabo pela governação socialista de empobrecimento da Região, amplificando as consequências da pandemia SARS-Cov-2, para acesso aos fundos comunitários de apoio, com prejuízos ainda não quantificado para as famílias. Já há fome na Terceira.

Foram abordados os temas do turismo e a dramática possibilidade de fecho temporário de algumas unidades hoteleiras, como estratégia de minimização de custos de operação, o que só será possível com a intervenção estatal na salvaguarda dos postos de trabalho. A importância das “moratórias” e o risco sistémico que este setor representa como área de investimento intensivo, para todo o sistema bancário.

O CHEGA está solidário com as estratégias preconizadas por esta Câmara do Comércio para as áreas dos transportes, nomeadamente marítimos e aéreos, considerando a importância de o governo e a SATA reverem no novo contrato de serviços públicos, reconsiderando a estratégia danosa até agora adotada, relativamente aos encaminhamentos. Os Açores têm cinco gateways e nada justifica o encaminhamento destes passageiros de e para Ponta Delgada quando há voos diretos a partir dessas ilhas.

Relativamente aos transportes marítimos, é necessário atender ao fato de não havendo pagamento por parte do Governo Regional do custo do serviço público, a que as operadoras se obrigam, somos todos nós, os consumidores que acabamos pagando um fator extra que o permite, sendo onerados de custos que não nos são devidos. Com isto, e porque nada paga, o governo socialista fecha os lhos à cartelização criminosa que encarece a nossa produção, o nosso comércio. O CHEGA concorda em absoluto com a estratégia defendida por esta associação de centralizar as cargas a preços reais em dois portos dos Açores, triangulando a distribuição de cargas entre elas a custos reais e a partir daí fazer valer o serviço público de encaminhamento para os restantes destino do Arquipélago.

Considera ridículo o apoio atual ao transporte para exportação, que sendo de 90% do custo de transporte, tem um plafond de 400 mil Euros. Uma grande exportadora consome esse valor em cerca de dois meses, traduzindo-se o apoio real em menos de 20%.

O CHEGA manifestou a sua preocupação pública com a construção de um cais de navios pequenininhos em Angra do Heroísmo, que a prazo só prejudicará o Concelho e a ilha, como já noticiado. Chamou a atenção desta câmara para o logro que constitui a promessa de construção de um cais de cruzeiro na Praia da Vitória, por via de este ser uma área militar norte-americana vital para a missão da base a que está associada. Por motivos de missão e segurança, os norte-americanos não poderão nunca permitir o acesso civil àquele terminal. O governo socialista sabe-o, mas não tem qualquer escrúpulo, em mais uma vez enganar os Terceirenses.

Foi discutida a problemática do emprego na Região atendendo a que a população ativa rondará as 110 mil pessoas, dos quais 11, 12 mil estarão no sector primário, e 40 mil na função pública. Os restantes distribuem-se entre os desempregados, os que auferem do rendimento mínimo, RSI e os inseridos em programas ocupacionais. Uma forma encapotada, mas mais digna de RSI. Os trabalhadores por conta de outrem e independentes, com pouca expressão nesta equação. CHEGA de eleitoralismo,

Em termos globais, o CHEGA considera meritória a ação e muito assertivas as estratégias preconizadas pela CCAH, no definir de estratégias de desenvolvimento para a ilha Terceira.

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