Antes das eleições regionais de 2020, e das autárquicas de 2021, o Faial vivia num estado de urgência permanente.
Falava-se, finalmente, do que realmente importa: o Aeroporto da Horta, permanentemente limitado e que continua a ostentar o título de “internacional” apesar das dificuldades operacionais que todos conhecem, e o Porto da Horta, um gigante adormecido que já teve mais importância do que tem hoje, acumulando constrangimentos e perdendo protagonismo para outros portos da Região que, entretanto, beneficiaram de investimentos e de uma visão estratégica que ao Faial continua a faltar.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura















