Ao Dejalme Vargas

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Por Zulmira Oliveira

Caro conterrâneo Dejalme Vargas, estou ao seu lado em todas as suas posições e acho que o deviam fazer os verdadeiros faialenses.
Deviam estar todos ao lado de quem defende a nossa terra, ilha. Embora vivendo longe sou faialense, onde nasci em 1938. Assisti à ida de meu pai para a lancha de que era maquinista, em noites de grandes temporais, tal como outros colegas para que elas não dessem à costa, mas dentro da baía, não na baía da Feteira.

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