Considero-me uma cidadã atenta e interventiva, na medida do possível. Observo o que vai acontecendo na minha terra, mas também na Região, no país e no mundo. Confesso que há momentos em que parece que tudo acontece ao mesmo tempo, sem que possamos sequer parar para respirar. As preocupações acumulam-se, a revolta também, perante determinadas situações, e muitas vezes resta-nos apenas o alerta ou a denúncia. Ficar calada nunca foi, nem será, opção.
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