As prioridades de José Leonardo

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Rui Martins
Rui Martins

Os actores políticos são frequentemente convidados a participar em inúmeras actividades, eventos e celebrações.

Faz parte da exposição pública e é um hábito das entidades organizadoras esta extensão de convites às autoridades.

Confesso que, do ponto de vista estritamente pessoal, e sobretudo em celebrações de cariz religioso, se deva ir por devoção e não por obrigação.

Digo isto, não por desmerecer as celebrações ou os convites, mas porque, numa democracia representativa, os agentes políticos representam a comunidade nas instituições respectivas e nos eventos que decorrem dessa actividade política.

De outra forma, dado o vasto número de celebrações e eventos que se sucedem, o exercício da actividade política ficaria vedado a pessoas solteiras sem quaisquer compromissos familiares.

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