
José Braia Ferreira continua à frente dos destinos da AHBVF mas com uma equipa renovada.
A nova direção para o triénio 2017/2020 foi eleita em Assembleia Geral, realizada no passado dia 6 de outubro e a tomada de posse aconteceu na passada segunda-feira.
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Faial (AHBVF) elegeu em Assembleia Geral, no passado dia 6 de outubro, a nova direção para o triénio 2017/2020, continuando José Braia Ferreira a dirigir os destinos da AHBVF.
A tomada da posse da nova direção da Associação Humanitária do Faial aconteceu na passada segunda-feira, 9 de outubro, após o ato eleitoral ter sido antecipado cerca dois meses por proposta em Assembleia Geral.
José Braia Ferreira continua à frente dos destinos da AHBVF com equipa renovada fazendo equipa com Roberto Peixoto, Tânia Faria, Carla Machado e Paula São João. A Assembleia Geral é presidida por Eugénio Leal, e Conselho Fiscal foi Ruben Maximino, tendo sido a única lista candidata aprovada pela maioria com 41 votos a favor, 12 brancos e 5 nulos.
Eugénio Leal, presidente eleito para Assembleia Geral, explicou que a antecipação das eleições foi proposta e aprovada em Assembleia Geral e que o mesmo se sucedeu pela falta de quórum da direção.
O presidente da Mesa da Assembleia salientou a oportunidade da construção do novo quartel de bombeiros do Faial, uma ambição e aspiração dos bombeiros e associados da AHBVF já com duas décadas, e sublinha que este deve ser o principal foco de trabalho da direção durante os próximos anos. Eugénio Leal deixou ainda o alerta à nova direção para a condução do processo da construção do novo quartel e salientou que “ é necessário muita prudência” deixando a indicação que existem “sinais no ar” que podem trazer problemas.
Braia Ferreira, presidente empossado, revelou que neste momento está focado em dois aspetos fundamentais para a Associação, e que segundo ele, vão decorrer ainda este mês.
O primeiro aspeto seria tratado ainda esta semana sendo a aprovação da proposta de José Braia Ferreira relativa ao financiamento das Associações Humanitárias dos Açores. Braia Ferreira frisou que espera “finalmente ver a lei nacional também transposta para a região e por essa via as 17 corporações dos Açores também teriam o apoio estatal”.
O segundo aspeto diz respeito ao novo quartel de bombeiros no Faial.
Segundo o presidente da Associação Humanitária, no dia de ontem, iriam arrancar novamente com os trâmites processuais, nomeadamente a adjudicação da elaboração do projeto que “já existe, mas agora é necessário harmonizar em termos de datas” sublinha Braia Ferreira.
José Braia Ferreira espera que em março de 2018 seja lançado o concurso para a empreitada e realizada a candidatura aos fundos comunitários. O presidente revelou ainda que “se não houver grandes atrasos teremos, depois do verão, o lançamento da primeira pedra para esta obra que é fundamental para esta ilha”, uma obra que está estimada em cerca de 3 milhões de euros.
Para Braia Ferreira o novo quartel de bombeiros vai servir melhor os bombeiros da ilha, permitindo melhores condições de trabalho, mais recursos e que resultado disto um melhor serviço operacional à população da ilha, apesar disto salienta que o lado sul da ilha fica com melhor acesso a estes serviços, mas que não deixará de batalhar para melhor os acessos ao lado norte da ilha.
Outra das preocupações de Braia Ferreira é negociação com o Governo Regional dos Açores relativamente ao reconhecimento da carreira profissional dos bombeiros voluntários assalariados e salientou que “é inadmissível um bombeiro ganhar 600 euros por mês”.
José Braia Ferreira deixou ainda uma palavra de agradecimento à anterior direção e ainda aos bombeiros e bombeiras da Associação pelo apoio e trabalho realizado pelos mesmos junto com a direção, e também aos novos membros dos órgãos sociais.
















