BE exige um prazo para fusão da Transmaçor e Atlânticoline

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O Bloco de Esquerda (BE)/Açores criticou o que considera ser uma recusa por parte do Governo dos Açores “em apontar um prazo para a concretização da fusão da Transmaçor e Atlânticoline”.

O anúncio feito pelo Conselho de Governo regional, que deu conta do processo de fusão das duas empresas de transporte marítimo, pecou por ser tardio, acreditam os bloquistas, temendo ainda que a falta indicação de uma data para a finalização do processo seja “uma forma de atirar areia para os olhos os faialenses, para deixar tudo na mesma por tempo indeterminado”.

 Em março de 2014 foi aprovada por unanimidade o projeto de resolução do BE, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, que pretendia a fusão e transferência da sede, centro operacional e serviços administrativos para o Faial, situação que leva a representação parlamentar a que “não se compreende porque razão demorou o Governo regional um ano a aprovar em Conselho de Governo uma recomendação que foi aprovada por unanimidade no parlamento”.

Em comunicado o BE/Açores lembrou também que no mês de fevereiro endereçou um requerimento ao executivo açoriano questionando “Quando pensa o Governo regional fundir as duas empresas regionais Transmaçor e Atlanticoline e estabelecer a administração e centro operacional para a cidade da Horta?”, à qual ainda não obteve uma palavra. O prazo legal para resposta termina dia 3 de abril.

O partido acredita que a acontecer esta situação “irá beneficiar a economia do Faial e da região, porque vai criar mais emprego, diminuir os custos da operação destas empresas, e aumentar a qualidade do serviço prestado”.


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