
No decorrer de uma visita à zona das tasquinhas da Semana do Mar (SM), o candidato à Câmara Municipal da Horta, defendeu “ser necessário equilibrar os programas musicais, entre artistas locais e artistas de grande dimensão, de forma a mantê-los apelativos e com qualidade”. Para Carlos Ferreira, é importante que a SM tenha “um programa de qualidade todos os anos”.
O candidato à Presidência da Câmara Municipal da Horta (CMH) pela Coligação Acreditar no Faial, Carlos Ferreira, durante uma visita à zona das tasquinhas da SM, realçou a importância de “um programa de qualidade todos os anos”.
Acompanhado de elementos da candidatura e de vários jovens da ilha, Carlos Ferreira destacou alguns dos pontos a considerar caso vença as eleições de 1 de outubro.
Para o cabeça de lista, e no que ao cartaz musical diz respeito, “o programa este ano foi claramente mais forte, o que é positivo”, no entanto considera que “não faz sentido ter três anos seguidos de cartazes muito fracos e depois um programa mais forte”.
Segundo Carlos Ferreira é “necessário equilibrar os programas musicais, entre artistas locais e artistas de grande dimensão, de forma a mantê-los apelativos e com qualidade”.
Em relação ao modelo da festa, o candidato deixou claro que não concorda com “figurinos definitivos e estanques”, acrescentando que se vencer as eleições autárquicas, terá “sempre em perspetiva a inovação e a melhoria da festa, ouvindo o que os faialenses têm para dizer”.
De forma a dar voz e maior capacidade de intervenção aos faialenses, Carlos Ferreira, revelou que, caso vença as eleições, pretende que o presidente da Comissão Organizadora da SDM seja um cidadão convidado entre a população.
A localização do palco é também um dos pontos a considerar pelo candidato, uma vez que se apresenta como “um aspeto relevante para uma festa mais bonita e mais moderna”, apontando a Marina da Horta como uma das “alternativas melhores para o palco”.
A melhoria das condições de trabalho, higiene e conforto das tascas, restaurantes e quiosques, as infra-estruturas de apoio do parque de campismo improvisado na Alagoa, a continuação do investimento em instalações sanitárias e a dinamização do Largo do Infante são outros dos aspectos considerados “urgentes” a rever pelo o candidato à CMH.
Nos pontos a aperfeiçoar para uma melhor SM, Carlos Ferreira destaca a carência de um planeamento adequado da circulação rodoviária e do estacionamento, a falta de um restaurante direcionado para o peixe local na feira gastronómica e a necessidade de repensar e reformular a Expomar, dando-lhe vida novamente.
O candidato destacou ainda o papel fundamental e insubstituível das instituições na festa realçando o exemplo do Clube Naval da Horta (CNH).
O Festival Náutico do CNH, inserido na SM, é no seu entender “o que confere a esta festa o seu carácter singular”, por isso, considera que é “preciso aproximar o festival náutico da população”. De acordo com Carlos Ferreira esse “objetivo que continua por concretizar é essencial para conjugar a festa no mar com a festa em terra”. Neste contexto, defende que a “entrega dos prémios das atividades do programa náutico no palco principal” seriam um bom começo.
O deputado deixou claro que a SM deve ser vista como “um espaço de alegria e de encontro para todos, residentes, emigrantes, turistas e para quem regressa a casa nesta época e, por isso não devemos centra-nos no lado crítico, mas sim divulgar a nossa maior festa aos quatro cantos do mundo”, considerando fundamental “voltar a afirmá-la no panorama das festas de verão da Região”, concluiu.















