O ciclo de destruição e construção existente no capitalismo deixou o Faial desorientado entre ciclos efémeros de importância seguidos de inovações disruptivas. Do transporte marítimo transatlântico até aos cabos submarinos, passando pelos Clippers, a história da ilha reflete esta oscilação. Na busca de uma identidade que o tempo levou, associamos a nossa estagnação à nossa cultura, que não somos empreendedores ou porque estamos acostumados ao funcionalismo público etc. Mas se assim o é, se a cultura é o principal fator para o desenvolvimento, será que era a forma como os sul coreanos cavavam a terra nos anos 50 o prelúdio do crescimento arrebatador que se seguiu ou a forma como se passava fome na China nos anos 60 que se previa o crescimento atual, ou será que foi uma lavagem cerebral nacional o início do processo.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura













