Na semana passada, assistimos a uma entrevista ao secretário-geral da CDU, Paulo Raimundo, no telejornal da RTP. Durante os 10 minutos de conversa conduzidos pelo jornalista José Rodrigues dos Santos, esperava-se que o líder comunista clarificasse a posição do partido face à invasão russa da Ucrânia. No entanto, as respostas foram evasivas, repetindo a mesma retórica de sempre: a CDU é contra a guerra e defende a paz. Mas, afinal, quem é a favor da guerra? A Ucrânia? Os seus aliados? O mundo democrático?
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