Centro de Interpretação de Aves Selvagens do Corvo contribui para o dinamismo turístico da ilha

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DR/GaCS

A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo afirmou hoje que o Centro de Interpretação de Aves Selvagens do Corvo (CIASC) representa um “contributo muito importante para o dinamismo da ilha”, assentando na temática da observação de aves e conciliando, “de uma forma extraordinária, o interesse turístico com a questão ambiental”.

“Há muito que o Corvo vem sendo cada vez mais procurado por interessados nesta matéria”, salientou Marta Guerreiro, que falava à margem de uma visita ao CIASC, que contou com a presença do Presidente do Governo, Vasco Cordeiro.

Para Marta Guerreiro, é importante “partilhar” a experiência que é a observação de aves com a explicação da fauna e flora locais, “permitindo que haja maior conhecimento e despertando mais interesse” sobre estes temas.

A Secretária Regional frisou que este centro “é o que tem mais tecnologia e mais informação com recurso a meios audiovisuais, de forma a entusiasmar ainda mais” para estas matérias quem o visita.

O CIASC é um espaço de educação e sensibilização ambiental que está instalado no ‘coração’ do Parque Natural e da Reserva da Biosfera do Corvo e contém uma exposição que assenta num conjunto de conteúdos técnicos rigorosos, apresentados com recurso a diversas soluções tecnológicas que pretendem envolver o visitante e torná-lo parte deste projeto, como sucede, por exemplo, com o registo de observação de aves, em que se convida os observadores (birders) que visitem o Corvo a partilhar alguns dos seus avistamentos, enriquecendo o espaço e a informação disponibilizada.

Para além da abertura da nova exposição do CIASC, estão também concluídas as obras de ampliação e requalificação do Centro de Reabilitação de Aves Selvagens do Corvo, designadamente a criação de uma sala de quarentena, a ampliação e beneficiação dos aviários, bem como a instalação de novo mobiliários e diverso equipamento.

A titular da pasta do Ambiente sublinhou que existem cerca de duas dezenas de Centros de Interpretação Ambiental nos Açores, distribuídos por todas as ilhas do arquipélago, fundamentais no aumento da notoriedade do património natural da Região e que receberam no ano passado mais de 368 mil visitantes.

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