Classificação da Igreja do Carmo, no Faial, é uma possibilidade

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O Secretário Regional da Educação e Cultura sublinhou, na Assembleia Legislativa, na Horta, que tudo aponta para a possibilidade da classificação da Igreja do Carmo, no Faial,  como imóvel de interesse público.

Avelino Meneses adiantou que o processo de classificação não pode, no entanto, “dispensar” a instrução da proposta nos termos regulamentares, porque “não há classificações meramente políticas”.

Na sua intervenção, referiu ainda que os apoios da Região ao processo de restauro daquele imóvel religioso, na sequência do terramoto de 1998, ascendem a mais de 2,3 milhões de euros.

O Governo dos Açores, segundo o Secretário Regional, “está disponível para ponderar”, de acordo com as regras em vigor, os pedidos que surjam a propósito do restauro e conservação da Igreja do Carmo, como de outros imóveis públicos ou privados já classificados.

Por outro lado, no âmbito da discussão de uma proposta  de transferência do Museu Carlos Machado para o espólio do Ecomuseu da ilha do Corvo de dois exemplares empalhados de boi de raça anã originários do Corvo, Avelino Meneses manifestou disponibilidade para outra solução.

O Secretário Regional referiu que não levanta objeções a que, sem colocar em perigo, no sentido de desmembrar a coleção de história natural existente há muito no Museu Carlos Machado, seja, em conjunto com outras peças, organizada uma exposição temporária no sentido de facilitar o conhecimento desses objetos pelos corvinos.

Caso seja “essa a vontade dos corvinos e das sus instituições, nada obsta” à apresentação dos dois bois de raça anã, desde que garantidas as condições de “segurança e conservação”, afirmou Avelino Meneses.

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