A indignação que, subitamente, irrompeu à volta dos custos da Jornada Mundial de Juventude, prevista para o início de agosto em Lisboa, ressoou decerto nos Açores. Em toda a parte, o tema irritou muita gente, ofereceu belas oportunidades ao populismo e à demagogia, mas incomodou sobretudo os católicos, pelo menos aqueles que veneram na figura do Papa Francisco a simplicidade, a modéstia e a humanidade, traços de carácter e sentidos de magistratura que casam mal com a pompa e a ostentação tradicionais nas grandes manifestações da Igreja.
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