Quando escrevo decorrem ainda as votações na especialidade do Orçamento do Estado. Apesar das muitas dúvidas que ainda subsistem quanto ao que será o documento final, há algumas certezas. A primeira é que, em termos globais, este orçamento não responde aos problemas do país. Seria preciso outro orçamento, desenhado de raiz, para que os serviços públicos, os salários, o combate às alterações climáticas com justiça social, estivessem no centro das preocupações. Pelo contrário, este orçamento tem como principal objetivo o superavit orçamental, ou seja, agradar cegamente a Bruxelas.
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