Corvo. Bolieiro acompanha vontade do povo corvino em manter médico na ilha

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O presidente do PSD/Açores afirmou que “acompanha” a reivindicação da continuidade do atual médico em funções na ilha do Corvo, alegando que há um “encontro de vontades” entre a população e o profissional de saúde em causa.

“Há que trabalhar a favor da vontade do povo corvino. Temos um povo que deseja um médico residente e um médico que quer ficar no Corvo a viver. É preciso satisfazer esse encontro de vontades”, afirmou José Manuel Bolieiro, em declarações aos jornalistas, durante uma visita à ilha do Corvo.

O líder dos social-democratas açorianos, que falava no decurso de uma visita de dois dias ao Corvo, destacou a “atitude livre e independente” de um grupo de cidadãos que organizou uma manifestação para defender a continuidade na ilha do médico em causa.

“Eu acompanho essa atitude livre e independente dos corvinos nesta matéria. Isso é que é verdadeira democracia. Demonstraram ser livres de pensamento, livres de opinião e com capacidade de reivindicar melhores cuidados de saúde e um médico residente”, frisou.

José Manuel Bolieiro considerou “positivo” o apreço que os corvinos demonstram ter pelo médico em funções, considerando que “também é positivo que esse profissional de saúde goste de estar cá na ilha, tenha vontade daqui residir e prestar o seu serviço”.

Durante a visita, o presidente do PSD/Açores disse ter “feito questão de não apenas passar pelo Corvo, mas aqui ficar [alojado]”, alegando que “é assim que se valoriza a ilha”.

O líder social-democrata acrescentou que, em ano eleitoral, pretende demonstrar que “é possível formar uma alternativa de governação e cumprir uma alternância democrática”.

“A permanência por longos anos no poder cria vícios e é bom para a democracia que a alternância aconteça”, afirmou.

José Manuel Bolieiro acrescentou que a deslocação ao Corvo também serviu para começar a trabalhar na escolha dos candidatos do PSD/Açores pela ilha.

“O PSD vai apresentar no Corvo candidatos com personalidade vincada na defesa da ilha e boa aceitação do povo corvino”, concluiu.

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