das Regionais e Autárquicas

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Graça Silveira, faialense radicada na Terceira, presidente da Concelhia centrista de Angra do Heroísmo, vice presidente do CDS – Açores, membro do Conselho Nacional e Deputada Regional desde 2013, eleita pelo Circulo da Compensação.
E lá continua, desta feita com os votos dos terceirenses, não tendo perdido a ocasião para evidenciar seus reconhecidos atributos quer culturais quer políticos.
Rui Martins, continental, casado na Horta, presidente da Comissão Política do CDS no Faial, candidatou-se à Casa da Autonomia em Outubro de 2016, e em Setembro findo tomou assento na bancada dos Democrata-Cristãos, também eleito pela Compensação.
Assim, pela primeira vez, a ilha faialense tem dois Deputados centristas no hemiciclo do Areópago da Horta, facto que, naturalmente, nos deu muito agrado, e que é, aliás, um prémio para o Partido que tem vindo a participar em todos os actos eleitorais.
Passemos às Autárquicas, em que os políticos em referência, pelos cargos que ocupam, e adentro do conhecido dito “cavacos de oficio” ei-los candidatos aos Municípios dos respectivos Concelhos.
Graça Silveira avança para a presidência da Câmara da Cidade Património Mundial, em situação algo difícil por circunstâncias adversas, mesmo quase partindo do zero.
Sendo assaz conhecida no meio citadino, rodeou-se de muitos amigos e amigas que, não habituados a andanças partidárias, depressa acertaram o passo, fazendo uma boa lista de candidatos, dominando os diversos sectores da vida angrense “Angra com mais graça” lema e que passou a ter grande popularidade, sendo ouvido com frequência e sempre que aparecia a Graça.
Todavia, o resultado da eleição (Terceira) não correspondeu ao que vimos quer nas ruas, quer na imprensa, quer ainda na Televisão, particularmente no debate, já não falando na campanha pelas freguesias.
Os sete e tanto por centro e novamente a não eleição dum Vereador estiveram muito aquém da espectativa, especialmente dessa plêiade, representativa da sociedade angrense, com apreciado número de independentes que mais pareciam militantes da primeira hora.
Quanto a Rui Martins compreendemos a adesão ao convite tardio do PSD para a coligação “Acreditar no Faial” já que os principais candidatos laranjas haviam sido anunciados.
Mesmo assim, e sem representantes na Câmara, o CDS elegeu três elementos à Assembleia Municipal, o que sucede também pela primeira vez.
Embora se diga que Regionais e Autárquicas são eleições diferentes, a vitória assaz folgada dos Social-democratas em 2016, levou-nos a pensar que regressariam agora à liderança da Edilidade faialense, desta feita em Coligação com os Democrata-cristãos.
Mas, infelizmente, enganamo-nos, porém, tivemos como prémio de consolação o facto de a Coligação do centro/direita ter ganho a maioria na Assembleia Municipal.
Ao fim e ao cabo: enquanto Rui Martins teve uma campanha nas calmas, para Graça Silveira ficaram as favas…

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