AMP – um dos desejos para 2023, passa pela concretização do compromisso de classificar como Área Marinha Protegida, 30% do mar dos Açores, com 15% totalmente protegidos, antecipando desta forma em 7 anos, a meta assumida pela Comissão Europeia. Sinto orgulho por também ter feito parte desta nobre causa. Apesar de ter sido surpreendido pela origem da resistência a este processo, tenho, no entanto, que realçar a postura globalmente construtiva dos diferentes stakeholders. O processo offshore encontra-se numa fase muito avançada e o costeiro já tem muito trabalho feito, pelo que tudo se encaminha rapidamente para esta classificação, que colocará os Açores mais uma vez na liderança da proteção dos recursos marinhos, reconhecido como um bom exemplo do equilíbrio entre a ação humana e o meio ambiente e por apresentar um dos maiores, senão o maior, parque marinho da Europa. Os benefícios para todos e em todos os níveis são óbvios e sei que a Comissão Europeia está muito entusiasmada.
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