Detesto que me chamem ultraperiférico. Uma aviltante forma de marginalização – 2

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Ricardo Madruga da Costa
DR/TI

Por: Ricardo Madruga da Costa

Tendo apresentado no artigo anterior, a traços largos, um breve quadro caracterizador dos Açores no âmbito do estatuto que a União Europeia “concede” às regiões ultraperiféricas e que considerámos de facto tratar-se de uma maneira eufemística de manter em relativa letargia ou num consentido impasse uma situação, de facto, manifestamente ineficaz para um efectivo desenvolvimento dos Açores, detalharemos neste texto conclusivo, aspectos que mais claramente permitem compreender do que estamos a tratar. Recordemos que sendo compreensível e justificável o tratamento de excepção na fase inicial de adesão, já não parece razoável que passadas mais de três décadas seja tolerável consentir a evidente situação de persistente atraso para que o arquipélago dos Açores foi relegado. Inadmissível.

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