Maio recorda-nos que a saúde feminina continua a ser um campo onde a desigualdade se manifesta com particular violência. A comemoração do Dia Internacional da Saúde Feminina e do Dia Internacional da Dignidade Menstrual surge como um lembrete ético de que persistem barreiras estruturais que negam às mulheres o pleno exercício dos seus direitos. A saúde sexual e reprodutiva permanece, demasiadas vezes, aprisionada entre silêncios, estigmas e constrangimentos materiais que condicionam vidas inteiras.
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