Editorial

0
12

Tive o privilégio de estar em Lisboa na passada semana a acompanhar os trabalhos de promoção dos Açores na Bolsa de Turismo de Lisboa.
Trata-se, conforme já referi e conforme o leitor pode ver nas páginas centrais desta edição dedicadas a esse certamente, de um momento importante para a promoção dos destinos participantes e do que têm para oferecer.
Dos Açores voaram os trilhos, a natureza, as festas, a cultura, a gastronomia, entre muitos outros temas.
Em boa hora, digo eu, entendeu a Associação de Municípios do Triângulo, apresentar-se na BTL em stand próprio porque, caso contrário, estou em crer que estas ilhas perderiam visibilidade.
As atividades no stand do Turismo Açores foram, visivelmente, viradas a São Miguel. É um facto e não posso deixar de salientar isto neste espaço, independentemente deste OCS ter sido convidado pelo Turismo dos Açores, e de correr o risco de não tornar a ser convidado…
Fiquei chocada e chateada mesmo, quando por ocasião da apresentação das 7 Maravilhas de Portugal – Aldeias, a que concorrem locais de todas as ilhas dos Açores, a AMRAA ter apresentado 10 das mais de 40 candidaturas e, curiosamente, 8 serem de São Miguel e apenas 1 da Terceira e outra de Santa Maria. Não está certo! As outras ilhas passaram despercebidas.
Como faialense senti-me ultrajada. Gostava de ter visto passar no ecran gigante imagens da freguesia das Angústias!
Por outro lado, a AMT fez um trabalho positivo de promoção destas 3 ilhas como 1 viagem, 3 destinos. É certo que foi o ano zero, ainda há arestas a limar, mas estamos no caminho certo.
Esperemos que no próximo ano esta iniciativa se repita, de forma mais estruturada. A bem do Faial, a bem do Triângulo.
 

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO